"Olá,
Desde que me imaginava tendo um bebê sempre sonhei que seria me minha casa, entre os cuidados de meu marido e com o cheiro da comida de minha mãe saindo da cozinha. Quando engravidei fui em busca de informações sobre como poderia realizar esse momento conforme o que havia sonhado, até que encontrei uma parteira. Li uma de suas publicações, me vinculei e preparei tudo para o parto em casa, em baixo do chuveiro, com desejava... Tudo estava tranquilo e eu, já entrando no oitavo mês, estava bem preparada para esse momento, feliz e serena, acreditando que tudo daria certo. Mas infelizmente hoje minha parteira acaba de me ligar dizendo que não poderá realizar meu parto porque precisará fazer uma viagem no mês do nascimento de meu filho. Sou mãe de primeira viagem, sempre odiei hospitais, não me imagino num lugar tão frio e impessoal, recebendo meu bebê tão esperado num lugar que nem eu mesma estou acostumada a ir... Enfim, estou em prantos, não sei o que fazer... Além do mais tenho poucas condições financeiras, o que torna o meu acesso a um bom atendimento ainda pior... Por favor, me ajudem... Pesquisando pela internet vi o site de vocês, li algumas das matérias e peço que me dêem algum chão... Estou desolada, triste, angustiada, não sei o que farei...
Por favor, aguardo um socorro de quem possa me entender...
Att,
Fernanda"
Já respondi à Fernanda. Por sorte dela, encontra-se numa cidade onde eu tinha um contato, singelo único contato! Tal é a situação hoje no Brasil. Não há suficiente profissionais idôneos ao atendimento obstétrico domiciliar. A verdade é que as mulheres são mais corajosas e lúcidas do que médicos, enfermeiras obstetras e obstetrizes.
Não para fazer a propaganda do meu livro, Guia da Grávida Informada e Consciente, mas sugiro dar uma olhada nele. Em função desta situação é que além de explicar tudo sobre parto e de um capítulo específico sobre parto domiciliar, incluímos um sobre o Parto Domiciliar Desassistido. Não se trata de estimular o parto não assistido por profissional, como de olhá-lo mais de perto, te tirar algumas minhocas da cabeça e ver como funciona. Isso acalma. Após ler sobre a fisiologia do parto e seu mecanismo, conhecer o parto em casa com profissional, e ler aquele sem profissional, uma mulher vai se sentir mais no controle.
Sabemos que a gravidez é um momento delicado, facilmente uma mulher entra no desespero, como a Fernanda acima. Dá dó. Ela tem tudo claro e tudo certo dentro dela: falta a parteira!
Espero que casos como este sejam raros, pois uma profissional do parto compromete-se até o fim, mas há casos em que um evento inesperado pode tornar isso impossível. Então é hora de rever os planos. Se esta profissional sequer ofereceu uma susbtituta - o que realmente não é muito profissional, se a parteira nos deixou na mão - o que fazer?
Eu, talvez por causa dos anos de experiência, consideraria seriamente a opção de mandar tudo pro inferno e ter eu mesma meu filho. Entre parteiras que somem e outras que cobram vários milhares de reais só pelo parto… com a ajuda qualificada que se pode encontrar na Internet tendo um pouco de senso crítico - nos resta decidir o que queremos e como queremos. Os tempos são esses.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Um Guia para as Grávidas nos tempos atuais
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Adriana Tanese-Nogueira
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segunda-feira, 1 de março de 2010
Ação de Todos Contra o Descumprimento da Lei do Acompanhante
Adriana Tanese Nogueira
Chamada geral a todas as mulheres e homens
que tiveram seus direitos tolidos durante o nascimento de seus filhos.
Os pais que tiverem sido negados a assistir ao parto de seu filho, as mães que não puderam ter um acompanhante de sua escolha durante o parto, podem agir agora para mudar essa situação.
Há uma lei, como todos sabem, que autoriza a presença de um acompanhante da escolha da mulher durante seu parto. Esta lei é sistematicamente descumprida. Não acham que é hora de dar um basta nisso? De mostrar que queremos nossos direitos?
Várias organizações do Terceiro Setor, entre elas a ONG Amigas do Parto, estão participando de uma ação social a ser apresentada dia 8 de Março às autoridades.
Você quer contribuir? Quem sabe seu próximo parto poderá gozar da aplicação da lei.
Veja aqui o que precisa fazer. Denúncias devem conter:
- um texto pequeno, objetivo, contando como a lei foi descumprida, data do ocorrido e nome do hospital.
- nome completo, RG, CPF e endereço do denunciante, se quiser, pode colocar email.
- se o denunciante quiser, pode pedir sigilo de dados pessoais, justificando ou não.
A denúncia deve ser assinada pelo denunciante, mas não é necessário reconhecer em cartório.
O que denunciar:
- não foi permitida a entrada do acompanhante
- só pode ser acompanhante se for mulher
- só pode se for o pai
- só pode durante um período específico
- só pode se for contratado um quarto diferenciado
- só pode se pagar taxa
- só pode depois do parto, ou antes do parto, ou só no parto.
- só pode no parto normal
- só pode na cesariana
Aqui está o endereço da lei direto do plantalto:
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11108.htm
Escaneiem a denúncia e enviem-na para contato@amigasdoparto.org.br
Vamos modificar as coisas! A união faz a força. Este é um direito da mulher, até quando seremos ludibriadas com leis que não têm penalidade se forem descumpridas e hospitais que fazem o quem bem entendem impunemente?
Aguardamos suas denúncias!
Grande abraço
Adriana
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Ser Doula, Ser Mulher, Ser Feminista
Adriana Tanese Nogueira
“Muchas gracias Adriana!!!! Verdaderamente me siento muy comprometida con la humanizacion del parto y nacimiento en su totalidad. Estos meses de curso me potenciaron como MUJER, en el sentido mas profundo. Con cada paso que doy en este camino me voy sintiendo mas segura y fuerte, no hay duda que es el camino a recorrer! Ojala encuentre la manera de transmitirlo correctamente a otras personas.”
Recebi esta mensagem de Sandra, uma mulher de cerca de 30 anos que mora na Argentina, na fronteira com a Foz de Iguaçu. Sandra realizou o semestre passado nosso curso online de Capacitação e Certificação de Doulas Parto com ótimos resultados. Digo ótimos porque ela atingiu o que não só eu como as outras formadoras do curso compreendem ser a essência do papel da doula, indagar-se e potencializar-se como mulher.
Se ela não for uma mulher inteira, consciente e sensata, como poderá ajudar outras mulheres?
Há vários tipos de mulheres. Há aquelas que precisam ser pegas pela mão e levadas, há as difíceis de abordar, há as perdidas, as orgulhosas, as ignorantes, as sabidonas… Há de tudo. Mas o que uma doula deve fazer? Mudar com cada uma delas? Ou manter sua presença de espírito e com a bússola na mão não perder-se ela mesma em meio à variedade de personalidades e emocionalidades?
Acho que o que está em jogo aqui é a mulher que a doula é. Não se pode deixar de considerar que a humanização do parto exige, leva e propicia uma maior independência feminina. A idéia do protagonismo da mulher nasce da visão de uma mulher autônoma, dona de si.
Esse, desde sua origem, é o ideal do feminismo, gostemos ou não desta palavra (sei que ela é objeto de horror de muitas). Os métodos para obter esse resultado são diversos e variam de época em época histórica e conforme o nível cultural e de consciência da mulher.
Assim como nos idos do feminismo, há doulas prepotentes que se acham donas da verdade - e cá pra nós, elas têm razão em acreditar no parto natural, na não cesárea e etc. Mas, em nome de um ideal impõem à gestante condutas, crenças e escolhas. Com quais resultados? Só pode gostar de dono quem é servo…
Ser doula não é evangelizar o povo pagão que não conhece a palavra das Evidências Científicas. Aprendemos com a história. Queremos mulheres empoderadas e não mulheres convertidas. Queremos mulheres protagonistas e não submissa a uma nova líder.
O que falta é psicologia, isto é auto-consciência e compreensão da psique humana (portanto dos outros). Não se percebem os muitos aspectos que compõem a personalidade de cada pessoa, muito menos se observa a importância dos rítmos individuais. São desconsiderados o contexto, a cultura, as relações e tudo o que está em jogo na vida de uma mulher gestante.
Enfim, cada uma enxerga e interpreta conforme o próprio olho. Cada uma age conforme o que é. A escrava escraviza, a prepotente vitimiza e a mulher empoderada empodera porque somente a pessoa livre pode criar pessoas livres.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Depressão pós-parto por excesso
"Suas palavras foram luz que quero digerir com calma e obrigado pela disponibilidade porque creio que ainda lhe vou contactar via skype...hoje o dia está a ser bom comparado com ontem. Pensei que já tinha resolvido o meu passado, mas com o nascimento de JP tudo regressou e ao querer encontrar o melhor tenho momentos de ser a pior para mim e pensava que protegia JP disso porque para ele tento estar calma, dar colo, mimo, tempo, converso, brinco, sou feliz."
Assim termina Rita de Portugal nossa breve troca de emails. Ela entrou em contato comigo após ler um artigo meu sobre depressão pós-parto.
Há muitas causas para a depressão pós-parto, a que vou comentar aqui está nesse parágrafo de Rita: a vontade de fazer tanto, de dar o melhor e de estar realmente disponível para o bebê. Essa bonita disposição de espírito, que se encontra sobretudo em mulheres ativas e independentes pode ser uma faca de dois gumes.
Cuidado em ser exigente demais consigo própria. Este é uma típica atitude da mulher-Atena (veja meu http://www.empoderandoasmulheres.com/) sempre organizando, planejando e racionalizando. Mesmo quando quer o melhor de todo o coração, ela esbarra com uma variável difícil, aliás, impossível de manejar com o instrumental "ateniano": as emoções da maternidade, aquela onda gigantesca que se abate sobre nós após o bebê nascer. Algumas surfam legal, outras menos.
Aquela sensação que vai avolumando-se de que temos Responsabilidade! De que somos A Mãe, de que O Bebê chora e aí devemos Correr. Aquele serzinho Todo Nosso! Aquele Amor Medonho que não sabemos onde colocar e etc... Simplesmente, muita emoção. A ela se soma o carnaval hormonal e eis que o prato está cheio.
Solução: silêncio e pausa. Meditação. Observação quieta do corre-corre no qual nos encontramos. Dar tempo ao tempo e ir digerindo aos poucos a novidade. Calar a mente e o ego. Aceitar a mudança de tempo: ser dócil. Aceitar ser subjugada pela nova vida. Isso mesmo :-) Aceitar. Deixar o coração liderar.
Acho que aí é que começa a Maternidade.
Assim termina Rita de Portugal nossa breve troca de emails. Ela entrou em contato comigo após ler um artigo meu sobre depressão pós-parto.
Há muitas causas para a depressão pós-parto, a que vou comentar aqui está nesse parágrafo de Rita: a vontade de fazer tanto, de dar o melhor e de estar realmente disponível para o bebê. Essa bonita disposição de espírito, que se encontra sobretudo em mulheres ativas e independentes pode ser uma faca de dois gumes.
Cuidado em ser exigente demais consigo própria. Este é uma típica atitude da mulher-Atena (veja meu http://www.empoderandoasmulheres.com/) sempre organizando, planejando e racionalizando. Mesmo quando quer o melhor de todo o coração, ela esbarra com uma variável difícil, aliás, impossível de manejar com o instrumental "ateniano": as emoções da maternidade, aquela onda gigantesca que se abate sobre nós após o bebê nascer. Algumas surfam legal, outras menos.
Aquela sensação que vai avolumando-se de que temos Responsabilidade! De que somos A Mãe, de que O Bebê chora e aí devemos Correr. Aquele serzinho Todo Nosso! Aquele Amor Medonho que não sabemos onde colocar e etc... Simplesmente, muita emoção. A ela se soma o carnaval hormonal e eis que o prato está cheio.
Solução: silêncio e pausa. Meditação. Observação quieta do corre-corre no qual nos encontramos. Dar tempo ao tempo e ir digerindo aos poucos a novidade. Calar a mente e o ego. Aceitar a mudança de tempo: ser dócil. Aceitar ser subjugada pela nova vida. Isso mesmo :-) Aceitar. Deixar o coração liderar.
Acho que aí é que começa a Maternidade.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Doulas em pé de guerra
Adriana Tanese Nogueira
Tenho uma amiga que é doula há muitos anos, aquele tipo de mulher muito maternal, sempre disponível e simples de coração. Ela doulava antes da moda da doula acontecer.
Outro dia ela recebeu a chamada de um médico que no ano passado realizou seu primeiro parto sem intervenções e ficou maravilhado. Foi com a minha amiga, sem ela não teria acontecido. Ele gostou e estava disposto a repetir a experiência com essa nova grávida.
Eis que dá tudo errado e o médico agitado liga para minha amiga perguntando se ela poderia ir imediatamente para um certo hospital, pois ele estava com uma parturiente em prantos, histérica e pronta para deixar o hospital junto ao marido enraivecido.
Motivo do estresse?
A doula.
A grávida havia contratado a pessoa com a qual fez atividades físicas durante a gestação. Esta pessoa se ofereceu de acompanhá-la no parto, disse que era doula. Havia de fato acrescentado essa palavrinha à suas qualificações profissionais através de um curso vapt-vupt em São Paulo.
O que acontece é que a "doula" aprendeu uma série de técnicas e de princípios (ver minhas deusas da humanização-por-princípio aqui. Estarei escrevendo sobre cada uma delas uma vez por semana) relativos ao parto. Se é verdade que a situação atual exige que abramos o olho e que saibamos nos colocar e ser firmes, é também verdade que sem visão crítica e bom senso não se consegue nada de bom.
A "doula" em questão estava impondo à parturiente o que havia aprendido. Não se trata somente de "faz isso" ou "faz aquilo". É muito mais sutil. Há uma tendência nefasta na humanização - e sobretudo entre mulheres e "doulas" - a criar modelitos do que deve ser, da mulher ideal, da parideira de peito e etc. Isso tudo são "princípios", conceitos que não devem nunca ser aplicados literalmente à realidade. Somente as crianças fazem isso. É comportamento infatil de quem não amadureceu o próprio conceito no qual acredita. Se o tivesse praticado saberia que a vida não é geométrica.
Em fazer isso, está-se repetindo o mesmo idêntico modelo médico, patriarcal e machista, que essas pessoas querem com garra e determinação desmontar. O paradigma médico atual impõe à mulher certo modelo, quem faz diferente é discriminada. O mesmo acontece em alguns grupos da humanização, se você não tem o parto de uma certa maneira não vale nada.
Voltando ao nosso parto, a "doula" em questão foi mandada embora, após a direção do hospital descer para ver o que era aquela bagunça no andar de baixo. Enfermeiras, marido, parturiente estavam em alvoroço. Naturalmente, nossa "doula" havia brigado com a enfermagem... Enfim, um desastre.
Minha amiga chegou e foi dar uma volta com a parturiente, conversaram bastante. Voltaram tomando sorvete.
Logo em seguida o bebê nasceu.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Passos para superar o medo do parto
Adriana Tanese Nogueira
"Ola me chamo kelly
estou planejando ter meu 1 bebe
so que so pensa no parto ja sinto dor tenho muito medo
gostaria muito em ter um filho mas esse medo me deixa um pouco insegura
ja pesquisei muito sobre os 2 tipos de partos e sempre acabo chorando
''pois sei q nao vou dar conta'' sou muito medrosa
o q vc me sujere!!!
obrigado"
Kelly,
o medo do parto é normal, mas é superável. Vou te dar alguns passos para pegar esse touro pelos cornos e domá-lo, ok?
Em primeiro lugar, vamos por os pés no chão e raciocinar.
Temos medo do que não conhecemos. E o parto é o desconhecido para qualquer mulher. A dor do parto não pode ser comparada a nenhuma outra que conhece. Isso não quer dizer que seja pior. É diferente. Só vivendo para saber.
A dor é algo subjetivo, cada pessoa tem um limiar de dor diferente.
Enfim, a dor depende do ambiente no qual estamos, de como nos sentimos, de quem está conosco. Se nos sentimos acolhidas, amparadas e apoiadas temos muita mais coragem do que imaginávamos.
Em segundo lugar, vamos passar a outra questão: os mitos.
O que você pensa da dor e do parto é mais importante da dor e do parto em si. Isso porque você é uma humana e para você, como para mim e para todo mundo, achar que uma coisa é possível a torna possível. Acha que é espantosa a torna insuportável. Lembrei agora de minha filha que com numa festa de aniversário do tio dela, estava com um dente mole. O tio, que era um adolescente brincalhão, falou assim: vamos amarrar uma cordinha e puxar o dente. Minha filha ficou tranquila e deixou que ele amarrasse um fio. Quem de nós adultos ficaria assim tranquilo? Poucos. A diferença é que ela "não tinha minhocas na cabeça". Não achando que aquilo fosse dolorido, deixou acontecer. Puxaram o dente com firmeza e rapidez, ele saiu e pronto. Estava resolvido o assunto. Minha filha continuou tranquila.
Por este motivo, vá substituir os mitos com algumas experiências reais de mulheres reais. Entre aqui e leia algumas histórias de parto em nosso site, elas inclusive estão divididas por tipo de parto. Ver de perto vai ajudá-la a começar a relaxar.
Após ouvir a voz de outras mulheres, dê uma olhada na seção sobre Parto. Lá pode encontrar a descrição de como é o parto domiciliar, hospitalar tradicional e a cesárea. Tem também um espaço com informações úteis para lidar com profissionais, maternidades e mais.
Em terceiro lugar, e com a cábeça mais clara, pode começar a trocar idéias com outras pessoas. É muito importante que você tenha suas próprias informações e idéias. Não se entregue a ninguém. Pense, observe, leia. Não se deixe levar nem pelo medo nem pelo outros. Você pode entrar em nossa lista de discussão no yahoogrupos.com.br/amigasdoparto_org.
Em quarto lugar, quando estiver grávida, é importante que faça um curso de preparação para o parto. Outro elemento que deve fazer parte do seu projeto de mãe é o profissional certo.
Em quinto lugar, se o medo continuar, se sentir necessidade de desabafar, procure alguém que saiba o que faz e possa ajudá-la, mesmo que seja só durante a gestação. Mas não espere o último momento. Haja logo e confiante.
Em sexto lugar e para finalizar, você pode contratar uma doula para estar com você duranteo parto.
É bom que pense nisso desde já. Em 2003 publiquei um livro que se chama "Mulheres Contam o Parto", valeria a pena você ler. O encontra na Submarinho e em vários sebos virtuais. É só digitar o título ou o meu nome no Google, é fácil de achar.
Sobretudo, aprenda a ter confiança em si mesma - é indispensável se quer ser mãe.
domingo, 10 de janeiro de 2010
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